quinta-feira, 4 de março de 2010

Tão cedo passa tudo quanto passa - um poema de Ricardo Reis




Tão cedo passa tudo quanto passa!
Morre tão jovem ante os deuses quanto
.............Morre! Tudo é tão pouco!
Nada se sabe, tudo se imagina.
Circunda-te de rosas, ama, bebe
.............E cala. O mais é nada.

*detalhe de um desenho feito por Almada Negreiros

2 comentários:

Angélica Lins disse...

Ah Jefferson, amo este poema.
Alegraste minha manhã =)
Um terno abraço a ti.

Jefferson Bessa disse...

minha manhã também "amanheceu" com este poema, Angélica! Lemos juntos.
Abraços.

Jefferson.