domingo, 4 de março de 2012

... Das loucuras: um poema de Mirze

Claude Monet

Se nos meus morreres tanto vivo,
em loucuras, dizeres e saberes.
Se não há profeta que diga a hora
que vem galopante como agora;


Para mim que nada sei ainda
de fechar abertas feridas,
e rever as fechadas chagas,
que a vida em minha pele tatuou.


Vivo. E por insistir em viver
morro sempre em cada amanhecer.


Retirado do blog da Mirze: Meu lampejo

7 comentários:

ROGEL SAMUEL disse...

gosto desse poema

Luiza Maciel Nogueira disse...

Belíssima escolha!

beijos

Assis Freitas disse...

maravilha, maravilha


abraços

MIRZE disse...

Jefferson!

Fiquei emocionada e lisongeada.

Agradeço e mais ainda o respeito.

Beijos

Mirze

Jefferson Bessa disse...

Mirze, eu fico feliz por estar presente no blog.
Você será sempre bem-vinda, amiga!
Beijos.
Jefferson.

Sônia Brandão disse...

Uma feliz escolha. Muito bom ver um poema da querida amiga Mirze aqui.

Abraços

dade amorim disse...

Belíssimo, Mirze.
Uma reflexão como essa revela humildade, calor humano e grandes verdades.

Beijo beijo.