quarta-feira, 10 de novembro de 2010

em meta tua nua linguagem poética: um poema de Luiz Filho de Oliveira

sem oralidade: em fala de pedra
me-implicito-em-teus-ângulos-explícitos
com minha língua paisagem

como nenhum poeta ou bardo
em cantos canto algum ou carme
ousou poamá-los por lira tal

faço-o em oraliginalidade
de quando a onde: agoraqui
com linguadas de linguagem


Do blog DELEITURA

3 comentários:

Mirze Souza disse...

Que maravilha!

É deste tipo de inovação que precisamos.

Uma jóia de poema!

Abraços

Mirze

Mai disse...

Explícito e belo!

Grande abraço.

Luiz Filho de Oliveira disse...

Jefferson, que bom estar presente mais uma vez neste blog. Assim, posso ler palavras de incentivo, como as que li acima. Obrigado, Mirze. Um abraço, Mai.