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quarta-feira, 30 de maio de 2012

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Edward Hopper: três pinturas


The window night


Room in Brooklyn


The hotel room

domingo, 28 de fevereiro de 2010

A dança e a pintura: Edgar Degas

Edgar Degas - Blue Dancers


Degas - Dancers in blue

Degas- Dancers

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Pintura: Amedeo Modigliani

Auto-retrato. 1919

Retrato de Madame Kisling. c. 1917

Paisagem. 1919

sábado, 7 de novembro de 2009

Katsushika Hokusai: três imagens

Hokusai, Boy Viewing Mt. Fuji, 1830s (?)

THE HOLLOW OF THE DEEP SEA
WAVE OFF KANAGAWA ON THETOKAIDO

Sob poema de Sangi Takamura. "Tell the people, O boats of fisherwomen, that I row to the Eighty Isles, far in the boundless main." No. 11 of "The Hundred Poems explained by the Nurse." 1830.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

O império das luzes ( L'Empire des Lumières ): um quadro de René Magritte

L'Empire des Lumières, de René Magritte (1954)

Do cruzamento da luz noturna à claridade do céu diurno. Simultaneidade que harmoniza o que se tornou para muitos uma oposição. Observo que nem há um crepúsculo, mas o dia e a noite concomitantemente brilhando com suas luzes particulares. A árvore que se eleva à imagem da casa deixa clara a penetração desse império das luzes: da penetração entre a luz da noite e do dia.

sábado, 13 de junho de 2009

Op-art: duas obras de Bridget Riley

Ao lado de Victor Vasarely, Bridget Riley é um dos grande nomes da Optical-Art. Quadros de movimentos incessantes, de figuras geométricas excessivamente repetidas que interagem e saltam aos olhos como figuras móveis. A sobreposição e a disposição de círculos, de quadrados, de linhas ou de triângulos exploram o que só é possível experimentar através dos sentidos - no caso o sentido da visão. Não me agrada dizer que esses quadros, assim como os de Vasarely, criam um efeito de ilusão de ótica. Se não há movimento no quadro, meus sentidos estariam sendo iludidos por ver esse movimento que não existe no quadro? O quadro é movimento. Penso que meus sentidos criam coisas que sem eles não poderiam existir: esse quadros de Bridget, por exemplo. Quadros que conhecem as possibilidades de nossos sentidos e criam uma sensação que só poderia ser apresentada através dos sentidos, portanto não é ilusão.
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Bridget Riley - Blaze 1 (1962)
Emulsion on Hardboard 43x43
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Bridget Riley - Arrest 1 (1965 )
Emulsion on Canvas 70x68

terça-feira, 9 de junho de 2009

Paul Cézanne: "o pintor deve dedicar‑se inteiramente ao estudo da natureza"

Auto-retrato de Cézanne

Aix, 26 de maio de 1904
Mas insisto sempre no seguinte: o pintor deve dedicar‑se inteiramente ao estudo da natureza e se esforçar para produzir quadros que sejam lições. As conversas sobre arte são quase inúteis. O trabalho que leva à realização de um progresso no nosso ofício é uma compensação suficiente por não sermos compreendidos pelos imbecis.
O literato exprime‑se com abstrações, ao passo que o pintor concreto o faz por meio do desenho e da cor, suas sensações, suas percepções. Não somos nem escrupulosos demais, nem sinceros demais, nem submissos demais à natureza; mas somos mais ou menos senhores do nosso modelo e sobretudo dos nossos meios de expressão. Penetrar o que se tem diante de si e perseverar em se exprimir o mais logicamente possível.



Paul Cézanne. Carta a Émile Bernard. Correspondência

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Quatro beijos: Munch, Magritte, Brancusi e Picasso

Edward Munch - Kiss (uma das variações de Kiss)

Os amantes - René Magritte

O beijo - Constantin Brancusi ( 1910)

O Beijo - Pablo Picasso (1931)

sábado, 4 de abril de 2009

Frida Kahlo: Quando a autobiografia é a obra

Auto-retrato com cabelo solto (1947)
Pintura na qual Frida Kahlo deixou
uma legenda autobiográfica.


Seus quadros deixam fortes traços autobiográficos ou “autobiopictóricos”. Penso que, se quisermos conhecer a vida de Frida Kahlo, podemos dispensar uma biografia da artista, pois seus quadros dizem a todo instante que foram feitos por ela, ou ainda, pela vida dela na obra. Kahlo avança e põe sua face não como auto-retrato como comumente fazem os pintores. Seu rosto ali diz: sou o que vivo, o que amo, o que odeio e o que sofro, e pinto a mim mesma. Mas estas sensações estão presentes não na expressão do rosto - que poderia estar triste ou alegre. A presença está nos elementos contidos nas obras, dentre alguns: Diego Rivera, os papagaios, os macacos, as posições políticas, os acidentes físicos e o seu rosto.


Nas pinturas de Frida Kahlo, expor o rosto é algo a mais: é toda a sua trajetória ali, enquanto na obra ela mesma se pinta. Narra sua vida, que é a vida de sua pintura. Não é uma obra que é vida do artista enquanto pinta coisas, mas sua obra é vida enquanto pinta a si mesma - para além de qualquer descrição realista de uma autobiografia ordinária. Expor o rosto como ela fez não se reduz a mostrar simples estados emocionais, mas ela mesma como um ser visível sem segredos. Não há em sua face nenhuma esfinge; simplesmente é sua realidade. Por isso responde, mais tarde, a André Breton quando este classificou a obra da pintora como surrealista: "pensavam que eu era uma surrealista, mas eu não era. Nunca pintei sonhos. Pintava a minha própria realidade". (Jefferson Bessa)

Auto-retrato com macacos e papagaios. (1942)

sábado, 7 de março de 2009

Ciclista - Iberê Camargo


Ciclista
oil on canvas
200 X 236 cm, 1988
Private collection
New York

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

René Magritte
Attempting the Impossible (1928 )