Mostrando postagens com marcador pintura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pintura. Mostrar todas as postagens
domingo, 17 de maio de 2020
domingo, 10 de maio de 2020
terça-feira, 5 de junho de 2018
terça-feira, 1 de maio de 2018
quarta-feira, 30 de maio de 2012
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
domingo, 28 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
O império das luzes ( L'Empire des Lumières ): um quadro de René Magritte
Do cruzamento da luz noturna à claridade do céu diurno. Simultaneidade que harmoniza o que se tornou para muitos uma oposição. Observo que nem há um crepúsculo, mas o dia e a noite concomitantemente brilhando com suas luzes particulares. A árvore que se eleva à imagem da casa deixa clara a penetração desse império das luzes: da penetração entre a luz da noite e do dia.
sábado, 13 de junho de 2009
Op-art: duas obras de Bridget Riley
Ao lado de Victor Vasarely, Bridget Riley é um dos grande nomes da Optical-Art. Quadros de movimentos incessantes, de figuras geométricas excessivamente repetidas que interagem e saltam aos olhos como figuras móveis. A sobreposição e a disposição de círculos, de quadrados, de linhas ou de triângulos exploram o que só é possível experimentar através dos sentidos - no caso o sentido da visão. Não me agrada dizer que esses quadros, assim como os de Vasarely, criam um efeito de ilusão de ótica. Se não há movimento no quadro, meus sentidos estariam sendo iludidos por ver esse movimento que não existe no quadro? O quadro é movimento. Penso que meus sentidos criam coisas que sem eles não poderiam existir: esse quadros de Bridget, por exemplo. Quadros que conhecem as possibilidades de nossos sentidos e criam uma sensação que só poderia ser apresentada através dos sentidos, portanto não é ilusão.
..
Emulsion on Hardboard 43x43
..
Marcadores:
Bridget Riley,
Jefferson Bessa,
Op-art,
pintura
terça-feira, 9 de junho de 2009
Paul Cézanne: "o pintor deve dedicar‑se inteiramente ao estudo da natureza"
Aix, 26 de maio de 1904
Mas insisto sempre no seguinte: o pintor deve dedicar‑se inteiramente ao estudo da natureza e se esforçar para produzir quadros que sejam lições. As conversas sobre arte são quase inúteis. O trabalho que leva à realização de um progresso no nosso ofício é uma compensação suficiente por não sermos compreendidos pelos imbecis.
O literato exprime‑se com abstrações, ao passo que o pintor concreto o faz por meio do desenho e da cor, suas sensações, suas percepções. Não somos nem escrupulosos demais, nem sinceros demais, nem submissos demais à natureza; mas somos mais ou menos senhores do nosso modelo e sobretudo dos nossos meios de expressão. Penetrar o que se tem diante de si e perseverar em se exprimir o mais logicamente possível.
Mas insisto sempre no seguinte: o pintor deve dedicar‑se inteiramente ao estudo da natureza e se esforçar para produzir quadros que sejam lições. As conversas sobre arte são quase inúteis. O trabalho que leva à realização de um progresso no nosso ofício é uma compensação suficiente por não sermos compreendidos pelos imbecis.
O literato exprime‑se com abstrações, ao passo que o pintor concreto o faz por meio do desenho e da cor, suas sensações, suas percepções. Não somos nem escrupulosos demais, nem sinceros demais, nem submissos demais à natureza; mas somos mais ou menos senhores do nosso modelo e sobretudo dos nossos meios de expressão. Penetrar o que se tem diante de si e perseverar em se exprimir o mais logicamente possível.
Paul Cézanne. Carta a Émile Bernard. Correspondência
quarta-feira, 27 de maio de 2009
sábado, 4 de abril de 2009
Frida Kahlo: Quando a autobiografia é a obra
Pintura na qual Frida Kahlo deixou
uma legenda autobiográfica.
Seus quadros deixam fortes traços autobiográficos ou “autobiopictóricos”. Penso que, se quisermos conhecer a vida de Frida Kahlo, podemos dispensar uma biografia da artista, pois seus quadros dizem a todo instante que foram feitos por ela, ou ainda, pela vida dela na obra. Kahlo avança e põe sua face não como auto-retrato como comumente fazem os pintores. Seu rosto ali diz: sou o que vivo, o que amo, o que odeio e o que sofro, e pinto a mim mesma. Mas estas sensações estão presentes não na expressão do rosto - que poderia estar triste ou alegre. A presença está nos elementos contidos nas obras, dentre alguns: Diego Rivera, os papagaios, os macacos, as posições políticas, os acidentes físicos e o seu rosto.
Nas pinturas de Frida Kahlo, expor o rosto é algo a mais: é toda a sua trajetória ali, enquanto na obra ela mesma se pinta. Narra sua vida, que é a vida de sua pintura. Não é uma obra que é vida do artista enquanto pinta coisas, mas sua obra é vida enquanto pinta a si mesma - para além de qualquer descrição realista de uma autobiografia ordinária. Expor o rosto como ela fez não se reduz a mostrar simples estados emocionais, mas ela mesma como um ser visível sem segredos. Não há em sua face nenhuma esfinge; simplesmente é sua realidade. Por isso responde, mais tarde, a André Breton quando este classificou a obra da pintora como surrealista: "pensavam que eu era uma surrealista, mas eu não era. Nunca pintei sonhos. Pintava a minha própria realidade". (Jefferson Bessa)
Auto-retrato com macacos e papagaios. (1942)
Marcadores:
Confissões,
Frida Kahlo,
Jefferson Bessa,
pintura
sábado, 7 de março de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)





























Os amantes - René Magritte




