Claude Monet
em loucuras, dizeres e saberes.
Se não há profeta que diga a hora
que vem galopante como agora;
Para mim que nada sei ainda
de fechar abertas feridas,
e rever as fechadas chagas,
que a vida em minha pele tatuou.
Vivo. E por insistir em viver
morro sempre em cada amanhecer.
Retirado do blog da Mirze: Meu lampejo
